Em entrevista o Presidente Bolsonaro confirma Quarta Parcela do Auxílio, mas com valor menor. Quinta parcela também poderá ser paga. A declaração foi feita nessa sexta-feira (22/05) durante uma entrevista a uma rádio.

Bolsonaro confirma Quarta Parcela do Auxílio

O Ministro Guedes já tinha falado que o Auxílio Emergencial poderia ser prorrogado, não por um ano como muitos acham, mas por mais um ou dois meses. Entretanto com um valor menor que o do Bolsa Família.

E agora o Presidente Bolsonaro também tocou no assunto durante uma entrevista. Bolsonaro falou que o Auxílio será prorrogado, tendo uma quarta e até mesmo uma quinta parcela, sendo que com valores entre R$ 300 e R$ 200.

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Repercussão da Declaração

Essa declaração teve muita repercussão devido a possível diminuição do valor. Para muitos beneficiários o governo ao pagar o Auxílio não está fazendo nenhum favor. Outros alegam que o salário dos políticos é absurdamente alto mesmo em plena pandemia.

Beneficiários perdendo o Auxílio

Muitos beneficiários não conseguiram sacar o Auxílio Emergencial nessa última semana. Dessa lista, alguns estão tendo o benefício re-avaliado.

Auxílio Emergencial em Avaliação

Uma nova mensagem apareceu no Aplicativo do Auxílio Emergencial. A mensagem “Auxílio Emergencial em Avaliação” informa que o benefício está sendo reavaliado pois existe algum indício de desconformidade com a Lei 13.982/2020. A Lei do Auxílio Emergencial.

Quinta Parcela do Auxílio será menor

O valor da Quinta Parcela do Auxílio Emergencial será menor ainda do que o valor da Quarta Parcela.

A redução no valor é uma fala do governo que diz que o valor investido é muito alto.

Veja a fala de Bolsonaro:

“Conversei com o Paulo Guedes que nós vamos ter que dar uma amortecida nisso aí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$ 600. Não sei quanto vai ser, R$ 300, R$ 400. E talvez tenha a quinta, talvez seja R$ 200 ou R$ 300. Até para ver se a economia pega — disse Bolsonaro, em entrevista à rádio Joven Pan.

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1 Comentário

  1. Que tal tirar metade dos salários dos políticos e metade das verbas para próximas campanha eleitoral, achoe que daria para manter o benefício, por mais um período

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